quarta-feira, 12 de novembro de 2008

CONCLUSÃO

Na pesquisa que fizemos sobre Gravidez Na Adolescencia tivemos como uma das fontes a revisão da leitura sobre gravidez na adolescencia feita pela Drª MARIA SYLVIA DE SOUZA VITALLE *(DOUTORA EM MEDICINA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO /ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA (UNIFESP/EPM); médica do laboratório de Pesquisa da Disciplina de Gastroenterologia do Depto de Pediatria da UNIFESP/EPM. E a **Profª. Adjunto Doutoraa do Depto de Pedagogia da UNIFESP/EPM Drª OLGA MARIA SILVERIO AMNCIO.
Segundo elas, as adolescentes de toda a America Latina iniciam cada vez mais precocemente as atividades sexuais. Isto leva, na maiooria das vezes a uma gravidez , sendo sendo varios os fatores que contribuem para isto:
-implicações biológicas, familiares, emocionais e econômicas, além das juridico-sociais, que segundo elas, atingem o indivíduo isoladamentee a sociedade como um todo, limitando ou mesmo adiando as possibilidades de desenvolvimento e engajamento dessas jovens na sociedade.
Devido ás repercussões sobre a mãe e sobre o comportamento,esta gravidez é considerada de alto risco pela ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS 1977,19780, porém atualmente postula-se que o risco seja mais social do que biológico.
Pesquisas mostram que o desconhecimento das adolescentes, sobre métodos contraceptivos, elas se tornam vulneráveis a DST, gravidez indesejável podendo ocorrer aborto ou até mesmo óbto.
Com uma gravidez precoce vários problemas com crescimento e desenvolvimento, emoconais e comportamentais,educacionais e de aprendizado, complicações da gravidez e no parto surgiram.Quanto os fatores são citados pelos specialistas:
O especialistas indicm diferntes fatores que pode influenciar na gravidez precoce como:
Fator de Ordem Familiar
De acordo com dados colhidos (NEWCOMER et al, 1983; Davis,19890. As adolescentes que vêm de família com iniciação precoce da vida sexual, também o fazem. Ou sejá, a história dessas familias tem muita influência na iniciação sexual dessas jovens.
2- FATOR SOCIAL
O fato das familias e a sociedade terem mudado seus conceitos, seus valores, favorece muito. Antigamentea as moças iniciavam sua vida sexual após o casamento e também a gravidez. A sociedade mudou, como familia os valores familiares, que aceitam a gravidez precose e fora do casamento como normal e natural aumentando o sexo na adolescencia.
(HECHTMAN, 1989 BLOCK ETAL, 1981; LIMA EL AL,1985; ALMEIDAFERNANDES,1998; MC CABE & CUMMIS,1998; MEDRADO & LYRA, 1995.
A religião para os jovens que frequentam alguma, ajudam a retardar ea iniciação da vida sexual.
3-FATORES PSICOLÓGICOS E CONTRACEPÇÃO.
Por acharem que não iriam engravidar , por se tratar de encontros sexuais de forma eventual, não estão preocupados em se cuidar para o uso rotineiro da contracepção.Não assumem para á família,a sua sexualidade e o uso de métodos de contraceptivos, seria a prova de uma vida sexual ativa.
AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRIAS, 1979; ZELNICK & KARTNER, 1979; MC ANARNE, & HENDER , 1989; STEVENS - SIMONS ET AL., 1996)
Uma adolescente com baixa estima, com rendimento escolar baixo, com mau uso de seu tempo livre, pode ser levada á encontrar - se na maternidade precoce, poi é um meio de conseguir afeto, fazendo - a sentir-se mais mulher ou um ser indispensável para outro ser.
CONTRACEPÇÃO E A IGREJA
Na pesquisa denominada ESCOLHAS LATINOS AMERICANAS por Washington Castilhas que contou com a colaboração de : Jimena Arias (Argentina), Pilar Pezoa (Chile), Franklin Gil Hernandez (Colômbia), Fernando Mino (México), Mariella Sala (Peru).
Os pesquisadores consideram que a encicla "Hismone Vital" que completou 40 anos em julho deste ano(2008), promulgada por Paulo VI e reafirmada por Bento XVI, proibia os métodos contraceptivos, teve grande influência nos países de maiorias católicas, contribuindo para o crescimento populacional e também para gravidez precoce.
Pesquisa Nacional de Democracia e Saúde da Criança e da Mulher(PNDS 2006), financiada pelo Ministério da Saúde brasileira, mostra um número significativo de mulheres casadas ou sexualmente ativas que fazem uso de algum método contraceptivos (81 %) acima da média Mundial que é de 60%. De acordo com pesquisas feitas com cerca de 15 mil Mulheres entre 15 a 49 anos , quase todas que regulam a fecundidade faem uso dos métodos contraceptivos modernos, 29% de mulheres unidas atualmente estão esterilizadas ,21% usam píllulas ,12% recorrem à camisinha masculina, 5% têm o companheiro vasectomizado e apenas 3% usam métodos tradicionais. De acordo com esta pesquisa , é revelado uma diminuição nas taxas de fecundidade. Estas taxas passaram de 2,5 e 1,8 filhos em 1996 para 1,8 e 1,16 filhos em 2006.
A (CDD) ORGANIZAÇÃO CATÓLICA PELO DIREITO DE DECIDIR, mostra que o Brasil 97% dos católicos entrevistados apoiam o uso de preservativos . E sua distribuição pelo Governo 86% está de acordo com planejamento familiar através do uso de métodos antoconcepcionas. Um relevante temos a pílula do DIA SEGUINTE 71% dos entrevistados aceitam o uso, em caso de relação desprotegida é de 90%, em caso de estupro..Foi o que esta pesquisa revelou.
Por tanto concluimos que o Brasil está buscando métodos para combater este problema, mas faltam recursos , pois a gravidez se desenvolve em países sub-desenvolivdos, onde a pobreza e a falta de conhecimentos ainda são predominantes.

Um comentário:

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.